ABCOP - Associação Brasileira de Consultores Políticos
Domingo, 26 de março de 2017
 
  pixel transparente

2014 

Mesa Judicialização das Eleições na América Latina
A mesa proposta pela ABCOP (Associação Brasileira de Consultores Políticos) e IPADE (Instituto Paulista de Direito Eleitoral) à Paralelo Cero, organizadora da Cumbre Mundial de Comunicação Política, debaterá sobre o efeito crescente da interferência jurídica nas campanhas eleitorais pela América Latina.

Inscreva-se na VI Cumbre Mundial de Comunicação Política

Para isso foram convidados três advogados de países distintos para que haja uma interlocução entre os profissionais que atuam em campanhas eleitorais. O interesse é ouvir o que pensam os profissionais que atuam no Direito Eleitoral, para acessar uma visão diversa da Publicidade, buscando ampliar as perspectivas de pensamento dentro do quadro do Marketing Político, dando espaço para o desenho de estratégias mais efetivas, tendo em vista a variável jurídica.
A ideia surgiu a partir de uma fala de Felipe Noguera, fundador da ALACOP (Associação Latino Americana de Consultores Políticos) e então presidente da IAPC (Associação Internacional de Consultores Políticos), em 2012 no Seminário Especial de Estratégias de Campanhas Eleitorais promovido pela GWU (George Washington University). O atual Chairman da IAPC, explanando sobre as campanhas pelo continente americano, atentou para o crescente movimento de judicialização das eleições pela América Latina. O comentário breve do renomado e experiente consultor argentino pautou a proposta da mesa para uma melhor percepção do fenômeno que vem alcançando as eleições por todos os países latinos americanos.

Debatedores 
Dr. Antônio Rulli Neto, Brasil
Dr. Cándido Gonzáles, Paraguay
Dr. Diego Dieguez, Argentina
Mediador:
Caio Manhanelli, Brasil

 

2012

MÁSTER EN ASESORIAMENTO DE
IMAGEN Y CONSULTORIA POLITICA

El Máster en Asesoramiento de Imagen y Consultoría Política (MAICOP) pretende cubrir la carencia de propuestas formativas en torno a la Comunicación Política reducidas a los contextos electorales y ofrecer, en su lugar, una formación integral, global y especializada desde las ciencias de la comunicación que dé respuesta a las actuales demandas de la actividad política.

A este fin se une, de manera irrenunciable, la proyección internacional del posgrado. Así, la formación de especialistas en imagen y comunicación al servicio de líderes y gobernantes no se limitará a las realidades española o europea, sino que incluirá el análisis y la práctica en otros entornos políticos, como el de Estados Unidos y, en el ámbito de la comunidad hispanohablante, Centroamérica y Sudamérica.
En este sentido, MAICOP es una iniciativa de la Universidad Pontificia de Salamanca, en colaboración con otras tres presti giosas universidades: la Universidad de Miami (Estados Unidos), la Universidad de San Pedro Sula (Honduras) y la Pontificia Universidad Católica de Argentina (Buenos Aires), a cuyas sedes viajarán los alumnos a lo largo del curso.

Dr. D. Jorge Santiago Barnés - Director

INFORMACIONES: http://www.maicop.upsa.es/

 

2008

ABCOP LANÇA DOIS NOVOS LIVROS SOBRE MARKETING POLITICO/ELEITORAL

 Em uma iniciativa inédita, a ABCOP lança dois livros sobre Marketing Político Eleitoral.

O primeiro "Marketing Político - Do Comício a Internet"  tem com Organizadores : Adolpho Queiroz, Carlos Manhanelli e Moisés Stefano Barel

Edição : Cátedra UNESCO de Comunicação para o Desenvolvimento Regional e ABCOP, Associação Brasileira de Consultores Políticos

Criação coletiva

Eis mais uma criação coletiva de professores e estudantes do Programa de Pós-Graduação em Comunicação da Universidade Metodista de São Paulo: “Marketing político, do comício à Internet”, que junta artigos escritos por pesquisadores experientes como Célia Retz/ Unesp Bauru,  Carlos Manhanelli, presidente da ABCOP, Associação Brasileira de Consultores Políticos, Silvia Iasulaitis, da UFSCar, Letícia Costa/ Unitau, Débora Tavares/ PUC campinas, a outros tantos jovens pesquisadores, mestres, mestrandos e doutorandos que têm tido a oportunidade de dialogar sobre o tema nos cursos que ofereço na UMESP,  nos eventos que promovemos com apoio da Cátedra UNESCO de Comunicação para o Desenvolvimento Regional,o POLITICOM e outras tantas ações que vimos realizando ao longo dos últimos anos no Programa de Pós-Graduação em Comunicação da Universidade.

Esta obra coletiva foi pensada e planejada a partir de quatro eixos temáticos. No primeiro,procuramos inventariar de que forma os meios de comunicação, do antigo telégrafo aos jornais/revistas, rádio, televisão, out-doors, pesquisas de opinião pública, têm influenciado de alguma forma os resultados eleitorais que conhecemos Brasil afora.

Noutro reunimos artigos que falam sobre o impacto desta jovem e moderna Internet nas campanhas  eleitorais. Defendida por alguns como meio eficiente e barato e criticado por outros por sua falta de objetividade, ela está aí para isso mesmo : ser usada, pensada e avaliada como forma eficiente de comunicação política.

E, por fim, reunimos alguns textos que falam de particularidades históricas do marketing político no Brasil, mostrando de que forma profissionais e candidatos têm se portado ,  ao longo do período republicano , para fazer da comunicação uma arma estratégica para vencer  as eleições.

Creio que, como toda construção coletiva, o livro pode firmar-se como uma referência para estudantes, pesquisadores e, em especial, para aqueles que pretendem pensar a comunicação como instrumento insubstituível para vencer um pleito eleitoral.

O cardápio é este. É com imensa alegria que, ao cumprimentar e agradecer a todos os autores por terem participado desta obra, ofereço aos leitores, esperando que todos façam boas leituras sobre o que conseguimos construir. E que as asas da imaginação e da criatividade contribuam decisivamente para confirmar a crença de todos nós no processo democrático brasileiro.

O Segundo "Marketing Eleitoral - Aprendendo com Campanhas Municipais Vitoriosas" Editora ABCOP

Consultores Políticos e suas experiências vitoriosas.

A ABCOP – Associação Brasileira dos Consultores Políticos, entidade que no ano de 2008 completa 17 anos de vida, começa uma nova fase na sua puberdade. Uma coletânea de livros que levam a experiência dos maiores consultores do marketing político eleitoral do Brasil, com serviços prestados em muitas campanhas eleitorais e trabalhos de marketing político. Esse livro pretende levar aos seus leitores, o que são experiências de marketing eleitoral nas campanhas municipais no Brasil e como foram usadas táticas, estratégias e técnicas desta ferramenta democrática.

O que apenas se houve falar, através desse livro, será desvendado sem meias palavras ou escondendo o jogo. É o retrato das campanhas eleitorais nos municípios do nosso país.

O livro começa com um capítulo histórico, escrito pela maior lenda viva do marketing político e eleitoral do Brasil o Prof. Cid Pacheco, que através de entrevista com o Publicitário João Moacir de Medeiros elucida como foram usadas pela primeira vez uma orientação de marketing em campanha municipal. Trata-se da campanha de Celso Azevedo para Prefeitura de Belo Horizonte em 1954.

O segundo capítulo um delicioso texto sobre a campanha de Jânio Quadros a Prefeitura de São Paulo, escrito pelo Consultor e Sociólogo Francisco Toledo, que conviveu diariamente com um dos maiores mitos da política nacional, durante essa campanha.

Nos capítulos seguintes, são abordadas campanhas eleitorais nas cidades do Interior do Brasil e mais uma capital distante dos grandes centros, Rio Branco no Acre, dissecadas por competentes consultores eleitorais.

Para os leitores, aficionados, consultores e candidatos, este livro apresenta experiências que poderão, e deverão, servir de exemplos em casos semelhantes e que, com certeza, ajudarão a elucidar vários problemas que se apresentam no dia a dia das campanhas municipais.

Não esperem aqui encontrar conceitos ou explicações teóricas sobre o que acontece em campanhas municipais, mas sim experiências que enriquecerão seu acervo de conhecimento sobre como se fazer o marketing eleitoral nas campanhas municipais, em cidades de qualquer tamanho, desmistificando o conceito de que “marketing político e eleitoral só funciona em cidades grandes”.

Leia, divirta-se, reflita, e quem sabe, a estratégia para sua campanha municipal vitoriosa não esteja aqui.

Carlos Manhanelli – Presidente da ABCOP

34 anos de campanhas eleitorais e comunicação política no Brasil, América Latina e África.

 

COMISSÃO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA, COMUNICAÇÃO E INFORMÁTICA, CONVIDA A ABCOP PARA SE MANIFESTAR EM AUDIÊNCIA PÚBLICA SOBRE USO DE INTERNET EM CAMPANHAS ELEITORAIS
A ABCOP através do seu Presidente Prof. Carlos Manhanelli, foi convidada a participar de audiência pública com a finalidade de debater o uso da Internet nas eleições municipais de 2008. O evento será no dia 01 de julho às 14h30, no plenário 13, anexo II da Câmara dos Deputados em Brasilia. A participação será através de palestra sobre o tema e nossa posição.

Deputados querem que TSE retire resolução que restringe campanha eleitoral pela Internet

Assessoria de Imprensa - ABCOP
 
  
   

Entrevista do Prof. Manhanelli a Revista Time

Link do site da revista Time
http://www.time.com/time/world/article/0,8599,1847590,00.html?xid=feed-cnn-world

Mixed Results for Lula in Brazil Election
By Andrew Downie/Sao Paulo and Tim Padgett Monday, Oct. 06, 2008

Brazilians went to the polls in municipal elections on Sunday, and although the 5,000-odd campaigns focused on local issues such as roads and health care, the central figure looming over proceedings was, once again, the country's charismatic President Luiz Inácio Lula da Silva. Having distributed billions in social programs, kept inflation and unemployment low and helped foment a credit boom that has enabled millions of people buy their first cars and houses, Lula is hugely popular. More than two-thirds of Brazilians consider his government excellent or good, according to recent polls, and his own personal approval rating last week hit 80%, a record for a sitting president. Still, although Lula's Worker' Party (PT) had a strong showing around Brazil, the verdict of the voters appeared, at best, to be a mixed one.

Related
Stories
·                       
Lula, In His Own Words
·                        Brazil Booms by Going Lula's Way
·                       
Lula vs. Congress in Brazil
Most stunning was the PT's second-place finish in the financial powerhouse of Sao Paolo, Brazil's largest city. PT mayoral candidate Marta Suplicy, who only last week held a 9-point lead over incumbent Gilberto Kassab of the conservative Democrat Party according one major poll, won just 32.5% of the vote, behind Kassab's 33.7%. The race will be settled in an October 26 runoff, while another will be required in Brazil's second-largest city, Rio De Janeiro. There, Green Party candidate Fernando Gabeira took a suprising 25% to finish second behind the centrist Eduardo Paes of the Brazilian Democratic Movement, who won 31%. Still, the PT positioned itself well for the 2010 general election by capturing six of Brazil's 27 state capitals — it will contest runoffs in another three — and also because its left-wing coalition won the capital in the important agricultural state of Minas Gerais.
Lula's popularity had prompted candidates all over this vast nation to do their best to associate themselves with the former union leader, in the hope of winning election on his coattails. In several towns, courts even intervened to stop opponents illegitimately adopting Lula's image or the Workers' Party's distinctive red flag, while Lula himself has stayed away from some cities to avoid having to choose between the various candidates who can justifiably claim his support.
"All politicians want to be associated with Lula because they think that if they approve of Lula and are his friend they will get votes," said Ricardo Caldas, a political science professor at the University of Brasilia, shortly before the election. "That is why he cannot even travel to Rio. He can't say I support X or Y or Z."
Brazil's complex and often contradictory political system allowed a diverse range of candidates to claim a link with the ruling Workers' Party. Ideology plays little part in Brazilian politics and allegiances are often formed between disparate groups. Parties that govern together on a national stage compete against each other at state and municipal level, and vice versa. Lula even supported some politicians running against his own Workers' Party candidates.
Faced with such bewildering choices, voters tend to opt for personalities rather than policies, said Carlos Manhanelli, the president of the Brazilian Association of Political Consultants. "You vote for a personality because there is no political fidelity," Manhanelli said. "You can vote for someone today and tomorrow they jump to another party. You never know what you are getting. People change parties here like they change their shirts."
And the focus on personalities has prompted many candidates to create outlandish personas, especially at a local level. Under Brazil's electoral laws, candidates can put a nickname on the ballot rather than their real names. (The President himself is one of them; "Lula" was a childhood nickname he formally added to his given name in the 1980s.) This year, six candidates nicknamed themselves after Barack Obama, three went by the moniker bin Laden, and another 225 incorporated Lula into their name. In some parts of the country, ballot papers included such bizarre options as King of the Cuckolds, Christ of Jerusalem and Kung Fu Fatty.
What they actually do once in power is also increasingly questionable, according to reports released by Transparency Brasil, an anti-corruption group that studied local legislatures. Some 93% of the bills passed by the Rio de Janeiro city council are "irrelevant" according to the reports. i.e. they have no real impact on daily life. In Sao Paulo the figure is 91% and in Porto Alegre it's 88%.
Even more shockingly, one in four candidates running for mayor or city council had not completed primary school, and in some states such as Sao Paulo more than one in five had been investigated by police, according to the Folha de Sao Paulo newspaper.
In spite of this almost cartoon element to many races, the same themes recurred across the country. Health care and roads were the two issues cited in almost every race, with big city residents also clamoring for improvements in policing and security, public transport, and education.
But with so few responsible candidates to choose from and life going well for most Brazilians, the deciding factor for many may have been continuity, which was good news for Lula and his many surrogates. "Many people are behind Lula and his coalition as their lives have improved," said Maria de Socorro, a political scientist at the University of Sao Paulo. "Also, the opposition doesn't have a coherent or consistent program to offer against what we have in power today and that is evident at state and municipal level too."
Still, the fact that Lula's candidates couldn't close the deal in such major races as Sao Paulo suggests that the President's coattails may not have been as long as many of his supporters had expected.

See TIME's pictures of the week here.

 




Telefone: +55 11 3782-9900
Fax: +55 11 3782-9935
Todos os direitos reservados - 2013

 

E-goi - Marketing Automation Multicanal
BUSCA

NOVOS LIVROS - Marketing Político / Eleitoral

"Jingles Eleitorais e Marketing Político" - Uma Dupla do Barulho, "Marketing Eleitoral- O Passo a Passo do Nascimento de um Candidato", "Do Comício a Internet" e "Marketing Eleitoral, Aprendendo com Campanhas Municipais Vitoriosas" são os mais recentes lançamentos da Literatura sobre Marketing Politico/Eleitoral. Conheça e adquira na seção LIVRARIA ABCOP 

pixel transparente